sexta-feira, 27 de março de 2015

Resenha: O visconde que me amava - Julia Quinn

Resenha: O visconde que me amava
Autora: Julia Quinn
Páginas: 304
Editora: Arqueiro
Em o “O Visconde que me Amava” vamos conhecer a história de Anthony Bridgerton, o mais velho dos oito filhos da família Bridgerton. Anthony perdeu seu pai muito cedo, aos dezoito anos, e desde então esteve a frente dos negócios e dos cuidados para com a mãe e os irmãos, mas a morte prematura do patriarca dos Bridgertons deixou em Anthony certezas e amarguras que ditariam para sempre as decisões e conduta de sua vida. O solteiro mais cobiçado da temporada é como Lady Whistledown o descreve, conhecido como um dos maiores libertinos de Londres, Anthony tem seu outro lado de extrema dedicação a família. Nessa mesma temporada em que Anthony decide se casar, as duas senhoritas Sheffields debutam ao mesmo tempo. Mas Anthony já escolheu sua futura esposa, a eleita teria de se encaixar no perfil que ele traçou bela, inteligente, educada e alguém por quem ele nunca poderia se apaixonar, porque amor para ele é um luxo que não pode ter. Kate Sheffield tem 21 anos e está debutando, assim como sua irmã Edwina de 17 anos. Kate vive com Mary, sua madrasta e mãe de Edwina, em uma casa humilde no campo e elas acabam alugando uma casa em Londres para passar a temporada, a fim de arrumarem bons casamentos.
Kate tem certeza de que sua irmã arrumará um ótimo casamento, já que Edwina é belíssima, mas acredita que não conseguirá um pretendente, pois onde quer que as duas irmãs cheguem, todos só tem olhos para Edwina, e comparações entre a beleza das duas são inevitáveis. O livro é maravilhoso, a autora nos dá a perspectiva tanto de Kate quanto de Anthony. Os personagens são fortes e hilários em alguns momentos de provocação. É impossível não se apaixonar por eles. Kate é forte e inteligente, Anthony é meio rude no início, mas logo mostra seu lado cavalheiro que nos faz suspirar. Eu amei o livro, assim como o primeiro. Recomendo, principalmente pra quem ama bons romances.

"Quando um homem amava uma mulher de verdade, com todas as fibras do ser, não era um dever divino tentar fazê-la feliz?"
 "Seria possível apaixonar-se pela mesma pessoa sempre, todos os dias?"


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